[Diário de Leitura] Desventuras em Série livros 4 e 5

18:24

Oi pessoal, o post de hoje é sobre o quarto e o quinto livro da saga Desventuras em Série, para ver o post em que eu comento sobre os três primeiros livros  basta clicar aqui para ser redirecionado.

 O quarto livro "Serraria Baixo-Astral" talvez seja o mais pesado até agora, pois aqui os órfãos Baudelaire são enviados para uma serraria de madeira onde são obrigados a fazer trabalho forçado, incluindo a mais nova dos órfãos ,Sunny Baudelaire (olha que absurdo) e tudo que eles recebem em troca é um chiclete na hora do almoço e alguns cupons que eles podem trocar em lojinhas próximas. 

O dono da fábrica é um homem que alega ter um nome impronunciável e por isso prefere apenas ser chamado apenas de Senhor. No momento em que ele aparece no livro tive a impressão de que as coisas poderiam começar a melhorar ,afinal um de seus sócios alega que os Baudelaire são só crianças e que deveriam ser tratados como se fossem da família, o que é rebatido pelo Senhor que diz que eles estão sendo tratados como família já que ele tem primos e tios que também trabalham na fábrica.

Em dado momento da estória, o personagem Klaus acaba quebrando seus óculos e o que parece um simples problema desenrola mais tragédias para os órfãos que rapidamente descobrem estarem, de novo, sendo perseguidos por Conde Olaf.

O autor continua usando a mesa "fórmula'' que usou nos outros livros , o que torna a leitura um pouco repetitiva, mas um dos pontos altos é o fato de sermos apresentado aos personagens Charles e Phil, duas personagens bem legais no meio de tanta coisa ruim. E quando eu estava pesquisando um pouco mais para fazer essa resenha descobri que o nome da doutora que ajuda Klaus a concertar os óculos, Dr. Orwell, é sim uma referência ao autor George Orwell e achei isso muito legal <3.

 "Inferno no Colégio Interno" é o quinto livro da saga e aqui os três irmãos são enviados para um colégio interno muito esquisito por ser um prédio com formas que lembram muto caixões e por ter o lema "Memento Mori" que vem do latim e significa "Lembra-te de que morrerás". 

Eles são recebidos pelo vice-diretor Nero, um homem que se considera um gênio do violino e que nunca leva a sério o que as crianças dizem, frequentemente repetindo sua falas em tom jocoso. Ele obriga todos os alunos da escola a comparecerem em suas apresentações de violino, aplicando penas rígidas caso o contrário.

Um dos pontos positivos desse livro é o fato de os irmão finalmente conhecerem pessoas com idade próximas as suas sendo os "trigêmeos" Quagmire, seus novos amigos. Digo trigêmeos entre aspas pois o irmão mais novo dos três faleceu num acidente deixando apenas o casal de irmãos órfãos que assim como os Baudelaire, foram obrigados a estudarem no colégio interno. 

Todos eles sofrem meio que um bullying vindo da personagem Carmelita Spats , mas isso é superado com o apoio mutuo que eles dão um ao outro. Tudo isso é muito fofo e quase um alivio em todas as coisas ruins que aconteceram no quarto livro mas o narrador, como sempre, não deixa de avisar ao leitor que a felicidade dos Baudelaire está prestes a acabar.

Acho que nem preciso dizer que Conde Olaf aparece, novamente,com algum disfarce para tentar sequestrar as crianças e novamente consegue fugir. Mas dessa vez temos finalmente o que parece ser uma resposta para a sucessão de coisas ruins que acontecem com os órfãos, sendo esse um final misterioso para o livro. 

Eu que estava quase desistindo de continuar a saga por estar cansada de sua repetição ,voltei atrás e estou ansiosa para o sexto livro que eu espero que contenha respostas sobre a morte dos pais dos Baudelaires e outras coisas.

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