Resenha: Admirável Mundo Novo

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Aldous Leonard Huxley foi um escritor inglês e um dos mais proeminentes membros da família Huxley. Passou parte da sua vida nos Estados Unidos, e viveu em Los Angeles de 1937 até a sua morte, em 1963.


Logo no inicio do livro, somos apresentados a uma sociedade em que não existiam éticas religiosas ou normais morais e qualquer um que se sentir desconfortável a isso deveria tomar uma droga, sem efeitos colaterais, chamada soma . Também vemos que as pessoas são divididas em castas , cada uma com sua função para ajudar no desenvolvimento daquela sociedade.

Num capítulo do livro ficamos chocados ao ver como as crianças são condicionadas a casta Delta, a casta mais baixa , levando choques ao se aproximarem de livros, para assim quando crescerem não desenvolverem o gosto pelo mesmo, guardando aquela memória ruim. Tudo isso porque pessoas de castas menores não podiam ter interesse em livros, pois isso poderia criar um pensamento diferente e logo perigoso para aquela sociedade.

Mais uma excentricidade dessa sociedade é que as palavras mãe, pai, irmão ou mesmo dizer que alguém engravidou é tido como obscenidade. O governo se opõe a relações prolongadas, é algo como "todo mundo é de todo mundo" para eles, claro que ai o soma entra de novo, para causar a sensação de prazer e preenchimento que eles não tem naturalmente.
Posteriormente o personagem Bernard Marx aparece com seus questionamentos sobre aquela sociedade e junto com Lenina ( a mulher que ama de um jeito que aquela sociedade não aprova) vai conhecer a outra civilização que são chamados de selvagens por não terem os mesmos costumes que os deles. Lá eles conhecem outros personagens que trarão revelações chocantes.
A parte em que eu mais dei risada foi quando esta personagem da outra civilização diz que engravidou e teve um bebê para a sociedade "civilizada" e todos eles ficam horrorizados kk, sem falar que amei as menções a pessoas reais como Henry Ford ( a sociedade é praticamente toda baseada nos ideais dele) sem falar nos símbolos de T que os personagens fazem as vezes, se referindo ao Taylorismo. Enfim um livro que vale a pena ler.

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