Resenha: Meio sol amarelo

21:06



Chimamanda Ngozi Adichie é uma escritora nigeriana. Ela é reconhecida como uma das mais importantes jovens autoras anglófonas que está tendo sucesso em atrair uma nova geração de leitores de literatura africana, para quem gosta de Beyoncé pode reparar em sua participação feminista na música "Flawless".
Pouquíssima gente já ouviu falar na República do Biafra um estado que existiu no sudeste da Nigéria. formado pelo povo ibo e que durou de 30 Maio de 1967 a 15 de Janeiro de 1970. E é dessa republica que o livro trata, dela e de como se acabou. 
O livro é dividido em partes: inicio e fim dos anos 60.
Tudo se inicia com a narração de  Ugwu , um menino de aldeia que vai trabalhar na casa Odenigbo, um personagem idealista e revolucionário. Sua esposa é Olana, filha de uma família rica Nigeriana que rejeita toda a riqueza e luxo para viver com seu marido em Nsukka, já sua irmã gêmea,Kainene, não identica é pragmatica em relação a isso, não vive a sombra de seus pais e com sua independência fecha contratos milionários e tem seu próprio jeito de lutar, Kainene e Olana representam os dois lados de uma nação dividida. Kainene é noiva de Richard um escritor inglês que vai até a Nigéria para procurar expiração para seu novo livro, Richard participa dos debates na casa de Odenigbo o que o faz se sentir como parte dos ibos e de Biafra, mas sua postura não é apoiada por boa parte dos biafrenses que o veêm como instruso e vez ou outra como ameaça, principalmente quando a guerra na republica se inicia e Ugwu é afastado de seus patrões, tendo assim um ponto de vista diferente sobre a guerra que ficava cada vez mais intensa.
Todos os personagens representam algo que ocorria durante a guerra , e o final é surpreendente e chocante.
Eu, particularmente adorei esse livro e o modo como a escritora descreveu a guerra em vários pontos de vista, achei super interessante e criativo o jeito de representar a nação em personagens e é claro, adoro o modo feminista como a escritora vê as coisas. Recomendo o livro a todos que gostam de ler pois não é uma literatura cansativa e nos faz sentir viajando, pra mim foi como viajar para a Nigéria e ter contato com a cultura e língua ibo apesar dos fatos tristes narrados.
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